Pokémon Blast: Geração a Geração, A Evolução dos Games Pokémon - Parte 4
O retorno ao antigo continente
Nossa, como é lindo escolher mais uma vez dentre Chikorita,Totodile e Cyndaquil para nos acompanhar nessa aventura... literalmente! O primeiro Pokémon na sua equipe agora fica fora da Pokébola, assim como em Pokémon Yellow. Você pode checar o que ele está sentindo ou pensando e ele ainda pode achar itens enquanto anda ao seu lado. Além disso, as interações com o ambiente através de HMs ou TMs (como headbutt, que retorna como mecanismo de captura de Pokémon em árvores) ficam mais interessantes: caso seu monstrinho já esteja do lado de fora, ele passa à sua frente, executa o movimento desejado e a sua aventura continua.
Ho-oh aparece em HeartGold
Lugia aparece em SoulSilver
Tudo novo, de novo
Toda essa mistura de novidade e nostalgia de 1999 chega exatamente paracelebrar os 10 anos de lançamento dos jogos Gold e Silver no Japão. Para aumentar ainda mais esse sentimento, um item chamado GB sounds permite alterar a música do jogo para a versão original em 8-bits, fazendo sentir ainda mais a emoção de desbravar Johto e Kanto como antigamente.
A calorosa discussão shakespókeana
Xiita Anônimo diz: Os novos Pokémon Lendários da terceira e quarta geração parecem mais Digimon.
Levando em consideração que Digimon foi criado em 1997 e Pokémon foi criado em
Suicune, Charmander, Sunflora, Rampardos, Skiploom, Lucario. Quem veio primeiro? Alguns lá e outros cá. Então, acho que é mais válido agradecer a série pela nova combinação de tipos e variedade de opções. Alguém da nova geração vai negar Lucario ou da velha, negar Suicune, só por que parecem Digimon?
Pokéfanático Anônimo fala: Os novos Pokémon não tem razão de existir. Um saco de lixo? Um sorvete? Duas engrenagens? Para mim, isso é demais.Tópico interessante. Analisemos então a gloriosa primeira geração de Pokémon com as fotos a seguir.
Hater Desinformado diz: Esse negócio de Pokénumseioquê e o nome desses bichos não faz o menor sentido.Todos os Pokémon da série tem um motivo de ter aquele nome. Seja baseado no japonês, no inglês, no latim ou em qualquer outra forma de comunicação que a nossa limitada sabedoria possa a princípio desconhecer. Por exemplo, Arceus, pode ter vindo da palavra Archeus, que para os alquimistas é o plano astral mais denso, também chamado de Anima Mundi (alma do mundo). Alguma relação com a pronúncia árkias, com o que ele se propõe a fazer ou até mesmo com a cutscene de Sinjoh Ruins? Além disso, os designers do jogo parecem brincar com a multiplicidade de sentidos, com os arcos ao redor de seu corpo. Se isso não for argumento suficiente, só posso dizer “haters gonna hate”.
Amantes da série Pokémon dizem: Ficamos tristes com o fato de muitas inovações terem se perdido ao decorrer do tempo. A gafe maior de não podermos transferir os Pokémon da primeira e segunda gerações para as atuais, dentre outras. O desaparecimento do VS seeker, por exemplo.É verdade. Contra esses fatos, o que podemos fazer é lamentar e esperar que para as próximas investidas eles tentem trazer algo de volta, como as esquecidas Battle Frontier e Secret Bases. E ainda esperamos mais inovações boas para que a experiência Pokémon seja sempre saudosista, mas nunca repetitiva!
Agora é hora de fazermos mais uma parada. O trajeto agora será mais longoainda. Enquanto isso, que tal aproveitarmos a duração da viagem para discutir o que acharam da evolução dos games até agora? Poderei usar algumas ideias das respostas no próximo post da série: A evolução dos games Pokémon. Até lá!
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